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      GREVE GERAL: Todas e Todos somos IMPRESCINDÍVEIS !

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      GREVE GERAL: Todas e Todos somos IMPRESCINDÍVEIS !

      Post  luxemburguista on Thu Oct 07, 2010 3:42 pm


      As direcções da CGTP e da UGT vão estar reunidas (ou já estiveram?) para ver se chegam a acordo quanto à sua convergência na organização da Greve Geral marcada para 24 de Novembro.

      A possibilidade de unidade de todas e todos os trabalhadores, seja qual for o seu sindicato, a sua simpatia política, a sua nacionalidade, ... , é mobilizadora e deveria ser um objectivo para o qual se deveria, desde já, estar a trabalhar. O êxito de uma Greve Geral depende dessa possibilidade de convergência social e laboral.

      Uma reunião entre as direcções da CGTP e da UGT, para "negociarem" uma convergência, parece ser já, muito pouco mobilizador ... os trabalhadores não entendem muito bem, como é que, perante tanto desemprego, tanta precariedade, tanto atentado às prestações sociais, tanta austeridade, ainda é preciso as direcções da CGTP e da UGT calcularem, negociarem, decidirem se podem ou não fazer a Greve Geral em conjunto.

      É certo que qualquer sindicato, qualquer Central Sindical, têm hoje, perante o pensamernto único neo-liberal existente, muitos obstáculos a vencer. A sua acção não é fácil! Mas essa dificuldade, por parte dos sindicatos, parece ser sempre agravada por culpa das suas direcções, as quais, nos momentos decisivos, ficam sempre muito dependentes das suas ligações partidárias e do que as suas direcções partidárias determinam.

      Não há problema nenhum que as direcções sindicais possam ter determinadas simpatias partidárias. O problema é que os partidos a que pertencem, parecem preocupar-se muito mais com o jogo parlamentar e esquecem-se do papel decisivo, determinante, estratégico que deveria ter a participação activa no processo de luta de classes, em todas as lutas sociais.

      Uma Greve Geral não é só um momento de reinvindicação pontual. É um momento estratégico de exigência política, a partir do movimento social. Em 24 de Novembro, quando se exigirem outras políticas, o fim das actuais politicas de austeridade, estaremos, todas e todos os que participarem nessa Greve Geral, a lutar por uma alternativa política, social e económica ao governo que temos e uma outra Europa, na qual, a participação democrática e universal dos seus cidadãos seja uma realidade!

      Trabalhadores de todo e qualquer sector de actividade, CGTP e UGT, sindicatos não filiados em qualquer central, comissões de trabalhadores, associações populares, partidos políticos que queiram aderir, ... , todas e todos somos IMPRESCINDIVEIS !
      Joao P. Freire
      http://militantesocialista.blogspot.com/2010/10/greve-geral-todas-e-todos-somos.html


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      Re: GREVE GERAL: Todas e Todos somos IMPRESCINDÍVEIS !

      Post  luxemburguista on Thu Oct 28, 2010 2:17 pm

      GREVE GERAL 24 DE NOVEMBRO: MOBILIZAÇÃO GERAL PELA JUSTIÇA SOCIAL !!!

      O Pré aviso da Greve Geral de 24 de Novembro:
      QUE NINGUÉM FALTE!
      QUE TODOS SE MOBILIZEM POR MAIS JUSTIÇA SOCIAL, MAIS JUSTIÇA FISCAL, MAIS JUSTIÇA NA ECONOMIA ! ! !

      Ao Primeiro-Ministro
      Ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade
      A todos os restantes Ministérios
      Aos Governos Regionais
      Às Autarquias Locais
      A todos os Órgãos, serviços da Administração Pública Central, Local e Regional
      A todas as Pessoas Colectivas Públicas e Instituições de Segurança Social e Previdência
      A todas as Entidades Empregadoras, independentemente do sector e da natureza jurídica
      A todas as Confederações Patronais e Associações Empresariais
      A todos os Trabalhadores e Trabalhadoras que trabalham em Portugal

      PRÉ-AVISO DE GREVE GERAL
      Os trabalhadores e trabalhadoras do nosso país enfrentam um insustentável nível de desemprego, de insegurança e precariedade, de redução da protecção social e um agravamento das desigualdades sociais, com maior pobreza e exclusão.
      Depois das medidas gravosas do Programa de Estabilidade e Crescimento – PEC 2 – o PEC 3, apresentado pelo Governo, é extremamente grave, aprofunda a ofensiva contra os trabalhadores dos sectores público e privado e a população em geral, e condiciona ainda mais o desenvolvimento económico e social do país.
      É inaceitável a redução dos salários, o congelamento geral das pensões, a redução do RSI e do abono de família e de outras medidas que pouco têm a ver com a redução do défice e põem em causa o direito e a efectividade da negociação colectiva, que vêm contribuir para maiores desigualdades sociais e fazem sempre dos que vivem do seu trabalho e dos mais pobres, os sacrificados pela crise.
      Por isso, combatemos e combateremos políticas subordinadas aos grandes interesses económicos e à especulação financeira, que visam agravar sempre mais e mais os sacrifícios exigidos aos trabalhadores no activo ou na reforma e aos desempregados.
      Não aceitamos que se pretenda retirar da Constituição a proibição do despedimento individual sem justa causa ou se faça da desregulação laboral uma pseudo arma de produção do emprego, que não deu resultados positivos em nenhum país europeu e muito menos deu ou dará em Portugal.
      Rejeitamos completamente o discurso patronal que exige mais sacrifícios a quem trabalha, para aumentar os lucros aos detentores do capital, sem preocupação com o investimento criador de empregos e a modernização das empresas.
      Exigimos que sejam tomadas medidas eficazes de ataque aos privilégios, aos capitais financeiros especulativos, à fuga para os paraísos fiscais e que garantam a eliminação dos benefícios fiscais de que gozam as grandes empresas e particularmente os bancos.
      O nosso País, junto com a Grécia, Espanha e Irlanda está sujeito a um forte ataque dos mercados financeiros, que exige uma resposta adequada, que não passe apenas pela redução do défice, nem pela submissão aos especuladores que procuram lucro fácil.
      A União Europeia, e a generalidade dos governos dos países que a integram, são responsáveis pelas políticas económicas que não asseguram o Crescimento e o Emprego e põem em causa os fundamentos da Europa Social.
      É chegada a hora de unir esforços e vontades para lutar por uma mudança de políticas que respondam às necessidades e justos anseios dos trabalhadores e das populações em geral.
      A CGTP-IN e a UGT assumem claramente:
      • O combate ao desemprego e à precariedade, como prioridade das prioridades;
      • A necessidade de crescimento e emprego com direitos, por via do investimento público, particularmente em áreas sociais ou modernizadoras da economia e do investimento privado, praticamente paralisado;
      • O combate à pobreza e à exclusão e, em geral, às desigualdades sociais, o que exige o aumento do salário mínimo para 500€ em Janeiro de 2011, e do rendimento mínimo e dos apoios sociais, em especial aos desempregados, pensionistas e idosos;
      • A defesa do direito à negociação e dinamização da contratação colectiva, como instrumento de progresso social, o que passa pelo aumento real dos salários, como imperativo nacional para a melhoria das condições de vida e o desenvolvimento do país;
      • O combate a todas as ilegalidades e a exigência de uma actuação firme das inspecções, em particular da Inspecção Geral do Trabalho pela efectivação das normas legais e contratuais, contra a precariedade e os vínculos ilegais, pelo respeito pelos acordos e pelos horários de trabalho e no combate às violações das condições de higiene, saúde e segurança no trabalho;
      • A apresentação de um Orçamento de Estado para 2011 que seja de Crescimento e Emprego para dar resposta aos problemas dos trabalhadores, das famílias e do País e não apenas de combate ao défice e aos desequilíbrios estruturais com que nos confrontamos.
      A CGTP-IN e a UGT manifestam a sua determinação na luta:
      • Contra a revisão da Constituição ou da Legislação do Trabalho, que ponha em causa os direitos dos trabalhadores;
      • Contra quaisquer medidas que permitam a redução de vencimentos dos trabalhadores no sector empresarial do Estado, público e privado;
      • Na defesa de uma Administração Pública de qualidade e bem gerida, o que exige o respeito pelos direitos dos trabalhadores;
      • Na defesa do trabalho digno;
      • Contra medidas que ponham em causa o Estado Social, garante da igualdade de oportunidades para todos;
      • Pela exigência do combate efectivo à fraude e à evasão fiscal e à economia clandestina.

      A UGT e a CGTP-IN reafirmam a sua disponibilidade para o diálogo social e a negociação colectiva, na procura de compromissos mobilizadores para a promoção de melhores condições de vida e de trabalho, de melhoria do sector produtivo, nomeadamente, com uma política industrial, agro-alimentar e energética, capaz de gerar riqueza e de promover a sua justa distribuição, aumentar as exportações, reduzir a dependência em importações e de procurar garantir o auto-abastecimento nacional.
      Pelas razões e objectivos expostos a CGTP-IN e a UGT decidem convocar uma GREVE GERAL, para o próximo dia 24 de Novembro de 2010 apelando a todos os trabalhadores, permanentes ou precários, do sector público ou privado, sindicalizados e não sindicalizados, e a todos os sindicatos para que se juntem pela mudança de políticas, pelo trabalho digno, contra o desemprego e a precariedade, pelo aumento dos salários e das pensões, num Portugal de progresso económico e social e de justiça e de solidariedade.
      A adesão à greve por parte dos trabalhadores que laborem em regime de turnos far-se-á do seguinte modo: os trabalhadores, cujo horário de trabalho se inicie antes das 00h00 ou termine depois das 24h00 do dia 24 de Novembro, se a maior parte do seu período de trabalho coincidir com o período de tempo coberto por este pré-aviso, o mesmo começará a produzir efeitos a partir da hora em que deveriam entrar ao serviço, ou prolongará os seus efeitos até à hora em que deveriam terminar o trabalho, consoante os casos.
      Nos termos da lei, as associações sindicais e os trabalhadores assegurarão a prestação dos serviços necessários à segurança e manutenção do equipamento e instalações e dos serviços mínimos indispensáveis para acorrer à satisfação de necessidades sociais impreteríveis, nas empresas, estabelecimentos ou serviços que se destinem à satisfação dessas necessidades, nos termos dos acórdãos, acordos ou despachos que regulem esta matéria.
      A representação dos trabalhadores em greve é delegada, aos diversos níveis, nas associações sindicais, nas comissões sindicais e intersindicais, nos delegados sindicais e nos piquetes de greve.

      Lisboa, 19 de Outubro de 2010

      Pela CGTP-IN
      Manuel Carvalho da Silva
      Secretário-Geral

      Pela UGT
      João Proença
      Secretário-Geral


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      JM Delgado

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      La CGT de Sevilla, propone una concentración en el Consulado de Portugal el día 24 a las 12 de la mañana,

      Post  JM Delgado on Thu Nov 11, 2010 12:07 pm

      La CGT de Sevilla, propone una concentración en el Consulado de Portugal el día 24 a las 12 de la mañana, apoyando la HUELGA GENERAL de los sindicatos portugueses contra las medidas de ajuste. Y exigiendo ya una nueva HUELGA GENERAL en el estado Español, ante la falta de respuesta del Gobierno.
      Me parece una medida solidaria muy interesante, y a la vez una forma de ir europeizando e internacionalizando las luchas de forma directa y global a la vez, en el camino de una HUELGA GENERAL EUROPEA YA.

      Así que podríamos debatir el apoyo y participación en todos los foros posibles. Se que la CGT ha enviado al SAT, CCOO y UGT cartas invitando a la acción de forma conjunta.

      Saludos Libertarios y todos el día 24 APOYEMOS A LOS TRABAJADORES PORTUGUESES EN SU LUCHA QUE ES LA NUESTRA.

      Federico



      Carta de la CGT de Sevilla a la direccón de la CGTP

      A/a. Dirección General de la CGTP- Intersindical

      Por la presente, la Confederación General del Trabajo (CGT) de Sevilla les informa del total apoyo y solidaridad con los/as trabajadores/as de la República Portuguesa convocados/as para la Huelga General del 24 de Noviembre de 2010.
      Las políticas neoliberales aplicadas por los gobiernos de los países de la Unión Europea hacen que sea la clase trabajadora quien esté pagando la crisis provocada por la banca y los grandes monopolios. Y es nuestro deber responder a los ataques con las armas de nuestra clase: la solidaridad y la lucha.
      Es por ello que hemos convocado una concentración a las puertas del Consulado de la República Portuguesa en la ciudad de Sevilla el próximo día 24 de noviembre por la defensa de los derechos de los/as trabajadores/as del país vecino.
      Desde la CGT creemos que la solidaridad entre los pueblos y la coordinación de las organizaciones políticas y sindicales europeas, que luchamos por los derechos de los/as trabajadores/as y contra los ataques de los gobiernos mal llamados socialistas o de la derecha, es el camino que debemos recorrer en la convocatoria de una huelga general europea.
      Sin otro particular, lo saluda atte.


      Antonio Domínguez Losada
      Secretario General de CGT-Sevilla


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      Re: GREVE GERAL: Todas e Todos somos IMPRESCINDÍVEIS !

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